A Boneca do grande poeta "Olavo Bilac"

A Boneca



Deixando a bola e a peteca, com que inda há pouco brincavam, por causa de uma boneca, duas meninas brigavam. Dizia a primeira: "É minha!" — "É minha!" a outra gritava; E nenhuma se continha, nem a boneca largava. Quem mais sofria (coitada!) Era a boneca. Já tinha toda a roupa estraçalhada, e amarrotada a carinha. Tanto puxaram por ela, que a pobre rasgou-se ao meio, perdendo a estopa amarela que lhe formava o recheio. E, ao fim de tanta fadiga, voltando à bola e à peteca, ambas, por causa da briga, ficaram sem a boneca . . .

Poeta "Olavo Bilac"







sexta-feira, 12 de abril de 2013

Mordida, como reagir e observar ?


Uma das dificuldades mais enfrentadas por professoras do maternal é a mordida. Sabemos que nem tudo pode ser levado a ferro e fogo, mas vale a pena ler algumas dicas e tentar observar mais a criança para assim tomar as medidas mais adequadas a cada comportamento. Segue aí algumas dicas e explicações:

A CRIANÇA QUE MORDE

Uma criança que morde pode estar sofrendo algum problema emocional


Quando uma criança morde, pode ser um sinal de que esteja sofrendo algum problema emocional. Pode ser parte do desenvolvimento normal morder de vez em quando, mas o morder persistentemente é um sinal de que a criança tem problemas emocionais ou de comportamento.
Enquanto muitas crianças brigam ocasionalmente com outras ou lhes batem, a agressão física frequente e/ou severa pode significar que a criança tem sérios problemas emocionais ou de comportamento que requerem uma avaliação e intervenção profissional.

Quando as crianças mordem

Criança que morde
O ato de brigar ou de morder de uma criança quando vai à escola pode se transformar num sério problema. Nesta idade as crianças têm muito contato com seus companheiros e espera-se que elas sejam capazes de fazer amigos e conviver bem com eles.
Muitas crianças começam a morder agressivamente durante os três primeiros anos de vida. O ato de morder pode ser uma maneira pela qual a criança esteja provando seu poder para chamar a atenção. Algumas crianças mordem porque se sentem infelizes, ansiosas, ou ciumentas, e outras, simplesmente para dizer 'estou aqui'.
Algumas vezes este ato, em crianças maiores, pode ser resultado de uma disciplina excessiva ou severa, ou por ter sido exposta à violência física. Os pais devem recordar que as crianças pequenas que estão perdendo dentes também podem morder. O ato de morder é a razão mais comum pela qual são expulsas das salas de aula.

O que fazer quando a criança morda

- Imediatamente diga-lhe: “NÃO”, em tom calmo, mas firme e com cara de desaprovação. Os maus hábitos devem ser cortados pela raiz.
- Cuide da pessoa que sofreu a mordida e a acolha. Se o seu filho tem mais de 3 anos de idade, chame-o para que te ajude a cuidado da pessoa machucada. Ele precisa conhecer as conseqüências dos seus atos.
- Evite que se estigmatize o seu filho como ‘a criança mordedora’.
- Ao bebê que começa a caminhar (1 a 2 anos), simplesmente o afaste do outro bebê que esteja tentando morder.
- À criança pequena (2 a 3 anos), diga-lhe: “Não é correto morder porque machuca as pessoas”.
- NÃO se deve, de nenhuma forma, MORDER A CRIANÇA para mostrar-lhe como se sente quando ela morde. Isso a ensinará que tenha um comportamento agressivo.
- Se deve ter paciência e persistência para educar as crianças que mordem. Elas não aprenderão de um dia para o outro. Os pais devem repetir e repetir que MORDER NÃO É BOM.
- Se a criança persistir em morder aos outros, não a leve nos braços nem brinque com ela por uns 5 minutos, após ela ter mordido. Assim a ensinará que mordendo não te chamará a atenção.

Como evitar que a criança morda

Se o seu filho tem o costume de morder, é muito importante que o vigie. Se pode tomar algumas medidas para que as mordidas não cheguem a ser concluídas:
1- Anime o seu filho a conversar e falar com você, através de um jogo, de um desenho, de algum trabalho manual, etc.
2- Quando o seu filho estiver brincando com outra criança, esteja sempre atenta a ele. Vigie o seu comportamento e oriente a forma de brincar entre eles.
3- Ensine ao seu filho a compartilhar. Ele deve entender que ser amigo é também compartilhar.
4- Ensine ao seu filho a esperar. Evite situações que possam irritá-lo ou cansá-lo, com freqüência.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Aprendendo matemática


Dois links para ajudar no desespero dos pais e crianças, e o melhor é que podemos usar a ferramenta que eles mais gostam para brincar e aprender...afinal precisamos aceitar que o computador hoje em dia faz parte da nossa rotina.
Abusem com significância !

Jogos estão ajudando a quebrar o medo e a despertar o interesse pela mais temida de todas as disciplinas - a matemática: http://abr.io/Jogos-mat

Confira também o nosso Guia para gostar de Matemática:http://abr.io/S2Matematica
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Distúrbio de aprendizagem


Hoje em dia vejo a grande corrida dos pais para tentarem colocar em seus filhos algum distúrbio que justifique a falta de limites, atenção e até mesmo educação. Vejo também alguns médicos receitando sem diagnósticos precisos, utilizando dos relatos descritivos sem ao menos analisarem o comportamento dos próprios pais. Algumas escolas se isentam de seus compromissos jogando a culpa nos distúrbios e isso acaba virando um processo muitas das vezes sem volta. Segue abaixo um profissional respeitado, capacitado e de grande experiência na área do tão falado TDAH. Estejam a vontade para entrarem nos sites descritos, e conhecerem mais sobre o TDAH e a importância de um diagnóstico preciso por profissionais capacitados e responsáveis.

Dr. Marco Arruda
Graduou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (1985).
De 1986 a 1989 cumpriu o programa de Residência Médica em Neurologia e Neurologia Infantil no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRPUSP).
Recebeu o título de Mestre em Medicina em 1994 e de Doutor em Neurologia em 1999, ambos pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP).
Foi um dos pioneiros no estudo das cefaléias na infância em nosso país. Em 1989, criou o Ambulatório de Cefaléia na Infância do HCFMRPUSP, sendo este o primeiro ambulatório no gênero na América Latina.
Supervisionou os residentes da Neurologia Infantil neste ambulatório até o ano de 2004. Desde 2000 é membro do comitê de cefaléia na infância da International Headache Society.
Foi diretor executivo da Sociedade Brasileira de Cefaléia de 1997 a 2001 e da Asociacion Latinoamericana de Cefaleas de 2004 a 2006.
É membro titular da Academia Brasileira de Neurologia, da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil, da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil, da Sociedade Brasileira de Cefaléia, da Associação Brasileira de Déficit de Atenção, da International Headache Society, da IMBES (International Mind, Brain and Education Society) e da CHADD (Children and Adults with Attention Deficit Disorder).
Em 2006 publicou seu livro “Levados da Breca”, um guia sobre crianças e adolescentes com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.
É diretor do Instituto Glia de Ribeirão Preto onde tem sua clínica privada atuando nas áreas de Neurologia da Infância e Adolescência e de cursos de capacitação profissional.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lição de casa


Neste link teremos varias dicas de como ajudar nossos filhos a executar as lições de casa. Leiam e aproveite!


Pesquisas comprovam que crianças que fazem lição de casa diariamente aprendem mais, têm notas melhores e se tornam mais seguras. Faça a sua parte, acompanhe a lição de casa do seu filho.


http://educarparacrescer.abril.com.br/guias-da-educacao/licao-de-casa/licao-de-casa.pdf

Abraços a todos!

terça-feira, 9 de abril de 2013

A musica que embala....

Motivação


Nesse texto encontramos a explicação neuroquímica para o fenômeno da MOTIVAÇÃO.
Muito interessante! Vamos ajudar nossos mediados a produzir DOPAMINA!
SISTEMA DE RECOMPENSA
Quando chegamos a uma conclusão ou informação importante, ou descobrimos algo que estávamos procurando, entra em ação o sistema de recompensa que  é aquele conjunto que sinaliza para o restante do cérebro quando algo deu certo. 
Ativar o sistema de recompensa significa aumentar o funcionamento de 2 componentes cerebrais importantes: a área Tegmental Ventral (acionada quando recebe no córtex pré-frontal, um sinal de que algo interessante e positivo acaba de acontecer, ou talvez, tenha grandes chances de acontecer em breve, nesse momento os neurônios desta área despejam dopamina sobre o núcleo acumbente) e o núcleo acumbente. 
A dopamina é uma substância neuromoduladora que é capaz de modificar as atividades elétricas dos neurônios quando as recebe. Quanto maior a quantidade de dopamina que recebemos maior é a motivação, maior é a sensação de bem-estar que associamos aquele comportamento.
Portanto, temos a tendência a repetir estímulos que possam ativar nosso sistema de recompensa. Se o aluno recebe um elogio do professor por determinada situação, com certeza irá querer repetir a ação para receber novos elogios. Se disser para tal pessoa que o sorriso dela é encantador, certamente ela vai sorrir com muito mais frequência. Como também se comemos algo que nos deu prazer, visitamos algum local maravilhoso ou sentimos alegria na companhia de alguma pessoa, vamos querer repetir a dose...
SISTEMA DE RECOMPENSA
Quando chegamos a uma conclusão ou informação importante, ou descobrimos algo que estávamos procurando, entra em ação o sistema de recompensa que é aquele conjunto que sinaliza para o restante do cérebro quando algo deu certo.
Ativar o sistema de recompensa significa aumentar o funcionamento de 2 componentes cerebrais importantes: a área Tegmental Ventral (acionada quando recebe no córtex pré-frontal, um sinal de que algo interessante e positivo acaba de acontecer, ou talvez, tenha grandes chances de acontecer em breve, nesse momento os neurônios desta área despejam dopamina sobre o núcleo acumbente) e o núcleo acumbente.
A dopamina é uma substância neuromoduladora que é capaz de modificar as atividades elétricas dos neurônios quando as recebe. Quanto maior a quantidade de dopamina que recebemos maior é a motivação, maior é a sensação de bem-estar que associamos aquele comportamento.
Portanto, temos a tendência a repetir estímulos que possam ativar nosso sistema de recompensa. Se o aluno recebe um elogio do professor por determinada situação, com certeza irá querer repetir a ação para receber novos elogios. Se disser para tal pessoa que o sorriso dela é encantador, certamente ela vai sorrir com muito mais frequência. Como também se comemos algo que nos deu prazer, visitamos algum local maravilhoso ou sentimos alegria na companhia de alguma pessoa, vamos querer repetir a dose...
Trabalhar por uma mediação agradável faz parte do processo de aprendizagem!
Grande abraço a todos...

quinta-feira, 21 de março de 2013

A quem ainda tem duvidas sobre se ter um cãozinho!


Meus amigos, ter um animal requer responsabilidade, e isso pode ser uma forma de ajudar seu pequeno a já ir trabalhando de forma divertida e saudável este quesito. Um cãozinho dura em media 10 anos, e sabendo disso, devemos nos organizar para que a nossa rotina seja compatível com os cuidados que o nosso mascote exige.
Caso você não disponha de tanto tempo, procure raças que deêm pouco trabalho, que consigam ficar sozinhos sem causarem danos a casa toda. Além de tudo isso, lembre-se dos banhos, vacinas, vermifugação, limpeza das orelhas, corte das unhas, alimentação saudável e educação com carinho e respeito. Existem vários sites, videos e livros nos dando dicas de como ter uma convivência com seu pet sem maiores extresse.
Seja muito feliz e descubra o bem que este pequeno pode trazer para sua vida!!
                            Um grande abraço, 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Brincar com terra faz muito bem.......

Ensine jardinagem a seu filho e estimule a sociabilidade e o respeito à natureza
Os edifícios novos e modernos são praticamente clubes. Têm piscina climatizada, quadra poliesportiva, brinquedoteca, salão de jogos... Tudo separado da rua por grades e muros altos. Se a criança preferir não sair do apartamento, tudo bem: há computadores e videogames. Com isso, o contato com a natureza é cada vez mais raro. Ver a molecada brincando em um canteiro, subindo em árvores ou mexendo na terra parece cena de novela ou filme antigos. Tais atividades, no entanto, são importantes para que os pequenos se tornem mais sociáveis e aprendam, desde cedo, a respeitar o meio ambiente.

A terapeuta corporal Miriam Leiner explica que o contato com a natureza deve começar cedo. "Não dá para exigir de um adulto que cresceu rodeado de concreto uma relação de intimidade com as plantas ou com a água. Para ele, esses elementos são estranhos e só despertam uma relação funcional”, afirma a terapeuta, que faz questão de trazer um pouco da natureza para dentro do próprio consultório, onde ela dispôs vasos de plantas, jarras com flores, uma fonte natural de água corrente e pedras em estado bruto.

O primeiro aprendizado
Se você quer aproximar seu filho da natureza, ensinar jardinagem é um ótimo começo. Mexer na terra, ver as plantas crescendo e acompanhar o nascimento das flores são ações que fazem com que a criança entenda os ciclos naturais e aprenda a respeitá-los. E não é preciso ter grandes jardins: uma pequena floreira na varanda ou um vaso dão conta do recado.

Da montagem do jardim à manutenção, há diversas tarefas nas quais você pode envolver os jardineiros mirins. Procure ferramentas especiais (elas são menores e mais fáceis de manusear), porém, também os estimule a colocar as mãos na terra. Ensine-os a regar as plantas diariamente e a observar seu desenvolvimento - eles vão aprender com a própria natureza que, para que a vida aconteça, é preciso caprichar nos cuidados.

O passatempo ainda é agente de educação. Com a jardinagem, as crianças desenvolvem a paciência, pois terão que esperar para ver os resultados e precisarão estar atentos para que tudo dê certo – regando, adubando e retirando ervas daninhas. Se o tamanho de seu jardim permitir, reserve para o seu ajudante um espaço pelo qual ele será responsável e no qual poderá cultivar as plantas de sua preferência.

Fortalecendo a imunidade
E tem mais: a jardinagem vai trazer benefícios diretos para a saúde dos pequenos. “O contato com alguns microorganismos é importante porque condiciona o sistema imunológico, ainda em fase de desenvolvimento, a funcionar corretamente”, afirma a pediatra e alergista Fátima Rodrigues Fernandes, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. Ela conta que é dessa forma que o organismo cria anticorpos e melhora a resistência para quando tiver que enfrentar uma infecção mais complexa.

A lição sobre como cuidar das plantas deve ser seguida imediatamente por outra: a de como se prevenir dos perigos que a terra pode esconder. Clara, de seis anos, filha da pediatra Fátima Avelino, aprendeu cedo que lavar as mãos depois de brincar faz parte da rotina. “Quando tinha três anos, ela ganhou um concurso de fotografia. Na imagem, estava justamente lavando as mãozinhas”, lembra a mãe.

A higienização, entretanto, é feito sem estresse, como uma parte do ritual da brincadeira. E para proteger ainda mais seu filho, ensine-o a usar um sabonete bacteriano, como Lifebuoy. A ação anticéptica garante que ele possa brincar na terra à vontade, sem se preocupar em contrair doenças.

Se você se empolgou e pretende montar um jardim para as crianças, seguem mais algumas recomendações:

Segurança e equipamentos - não use produtos químicos e ensine seu filho a nunca colocar na boca plantas desconhecidas. É importante que ele pratique jardinagem com roupas apropriadas ao tempo e ao terreno: botas e calças – se for o caso –, chapéu e luvas. Ensine-o a lavar os instrumentos e a guardá-los depois de usar.

A escolha das plantas - tão importante quanto criar o contato com a natureza, é mantê-lo. Escolha plantas de crescimento rápido, porque as crianças, no começo, podem não ter muita paciência. Prefira também flores e plantas aromáticas, para aumentar os estímulos e as descobertas.

Alimentação saudável - se houver espaço para uma horta, aproveite para apresentar novos sabores, como manjericão, cebolinha ou salsinha. Crianças que ajudam a plantar hortas aprendem a conhecer melhor os alimentos e desenvolvem uma alimentação mais saudável e variada.

Visitem o site: www.portalvital.com
e vejam na integra a reportagem, além de muitas outras informações para uma vida mais saudável e feliz!!!!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Projeto ajuda crianças a se aproximarem dos livros

http://nossospequenosleitores.blogspot.com/2011/01/murilo-rosa-voluntaria-no-projeto-le.html

Tarefa de casa, um grande conflito para muitos pais...

Um texo fantástico, aqui muito bem descrito por Samantha Shiraishi.

Bons alunos fazem lição sozinhos

Há alguns dias li uma entrevista com um especialista em lição de casa, o professor Harris Cooper, do Departamento de Psicologia e Neurociência da Duke University (EUA). Estudioso do tema há mais de 20 anos, ele analisa qual é o impacto que um dever de casa benfeito tem no desempenho escolar do aluno e garante que o efeito só é positivo se os pais se envolverem da maneira certa.
E qual é a maneira certa? “O papel da família se limita a monitorar e dar o exemplo. Fornecer respostas prontas ou ensinar a matéria para os filhos pode ser pior do que não fazer nada.” Numa semana em que meu filho caçula está em casa por conta de uma virose inexplicável (tem febre e dor de cabeça, mas não aparecem outros sintomas), eu estou testando o “home schooling” (prática de dar aulas em casa) de que falei na semana passada. E notei que se eu deixo que o pequeno faça suas atividades sozinhos, o resultado é bem melhor.
Minha experiência é atípica, mas o fato é que ser responsável por tudo que concerne a vida dele por uns dias me fez pensar no quanto a escola precisa ter uma boa parceria com os pais. É importante a escola prestar atenção ao envolver os pais na lição de casa, considerando que muitos de nós não têm tempo para uma participação mais direta – e que, em alguns casos, os pais podem ter falhas na educação que os impeçam de fazer o papel de mentores.
Se eles devem fazer a lição sozinhos, o que a gente pode fazer para ajudar? Segundo Cooper, “O principal é ter em mente que, a menos que venha um pedido específico da escola, o papel da família na lição de casa é monitorar a criança e dar condições para que ela faça o que é preciso ser feito em um lugar e um horário adequados. Ajude na pesquisa fornecendo um livro, tire uma dúvida. E sirva de exemplo. Se seu filho estiver fazendo a lição, desligue a TV.”
E ele nos ajuda com dicas bem práticas que chamou de 4 regras de um bom dever de casa:
1. O dever é da criança, não dos pais Ela deve ser capaz de fazê-lo sozinha. Isso não quer dizer que ela deva se sentir sozinha. Orientações – sem exagero – são bem-vindas
2. Os pais devem acompanhar Dar o exemplo estimula o aluno. O pai ou a mãe podem ler um livro no mesmo momento que o filho lê. Se for o mesmo livro, e daí surgirem discussões, melhor. Se a lição for de matemática, o adulto poderá aproveitar para fazer as contas da casa
3. É para se esforçar, não para arrancar os cabelos Se a criança está esgotada, é melhor parar e retomar o exercício em outra hora, de cabeça fresca. Senão, pode ficar com raiva da tarefa, da escola, dos pais… e criar resistência à disciplina
4. A rotina ajuda Para acabar com o problema de sempre deixar o dever para a última hora, é bom estabelecer um horário regular para o dever. Ter um cantinho para estudar também ajuda na organização e concentração do aluno.
Em sua casa, como é a lição de casa? As crianças fazem sozinhas ou exigem sua atenção integral? E a escola colabora mandando um volume de tarefas compatível com o prazo? Conte para nós!

Sobre o autorSamantha Shiraishi: mãe, jornalista atuante na área digital e com ampla atuação com mídias sociais, editora dos blogs Pequenos Leitores e A Vida Como A Vida Quer, focados no consumo de cultura em família. Mãe de Enzo, 10 anos e Giorgio, 8 anos.Links: A Vida Como A Vida Quer e Pequenos Leitores